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Fechamento B.Side: dólar recua a R$ 5,35 em menor patamar desde junho de 2024; Ibovespa opera no vermelho e cai aos 142 mil pontos

Um dia depois da condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o Ibovespa registrou queda de 0,61% na sessão desta sexta-feira, aos 142.271,58 pontos. Por aqui, a cautela prevaleceu diante de temores do mercado de que os Estados Unidos possam aplicar novas sanções ao governo brasileiro. Os principais nomes da Bolsa brasileira encerraram o dia no campo negativo, com exceção de Banco do Brasil ON (+0,41), com recuos de Petrobras PN (-0,67%), Vale ON (-0,04%) Itaú PN (-1,50%) e Bradesco PN (-1,17%). Na semana, o principal índice da B3 acumulou baixa de 0,25%.

Em Wall Street, as bolsas americanas não definiram sinal único, com os índices Dow Jones e S&P 500 no vermelho e Nasdaq no azul, com este último renovando recorde histórico de fechamento. Entre os indicadores econômicos, o índice de sentimento do consumidor americano caiu de 58,2 em agosto para 55,4 em setembro, abaixo das expectativas de 58,1. Já as expectativas de inflação permaneceram estáveis em 4,8% no período de 12 meses e subiram de 3,5% para 3,9% em cinco anos.

No mercado de câmbio, o dólar à vista caiu 0,71%, cotado a R$ 5,3541, em seu menor nível desde junho de 2024. A expectativa de que o Federal Reserve iniciará o processo de corte de juros americano na próxima semana sustentou a desvalorização da moeda americana. Somado a isso, a ausência de retaliações, pelo menos por enquanto, do governo americano ao Brasil após a condenação de Bolsonaro trouxe algum apetite a risco. Na semana, o dólar acumulou queda de 1,07%.

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