No último pregão do ano, o Ibovespa registrou avanço de 0,40% na sessão desta terça-feira, aos 161.125,37 pontos, na contramão dos mercados acionários de Nova York. Com isso, a Bolsa brasileira encerrou 2025 com valorização de 33,95%, melhor resultado desde 2016. Hoje, o principal índice da B3 foi impulsionado, principalmente, pelo setor bancário, com altas de Itaú PN (+0,64%), Banco do Brasil ON (+0,92%), BTG Pactual units (+0,52%) e Bradesco PN (+0,17%). Diante da proximidade do final de ano, o mercado recebeu positivamente a queda na taxa de desemprego do Brasil, que atingiu o patamar de 5,2% no trimestre encerrado em novembro, segundo a Pnad Contínua, divulgada pelo IBGE.
Em Wall Street, as bolsas americanas encerraram no vermelho, mas praticamente estáveis, com o mercado repercutindo a divulgação da ata do Federal Reserve referente à decisão de política monetária desde mês. O documento sinalizou que os juros americanos devem ficar inalterados “por algum tempo”. Mais uma vez, o setor de tecnologia liderou as perdas, com recuo de 0,36% para Nvidia. Em 2025, os índices Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq acumularam altas de aproximadamente 15%, 15% e 21%, respectivamente.
No mercado de câmbio, o dólar à vista terminou o dia em queda de 1,43%, cotado a R$ 5,4890, no menor nível de fechamento em duas semanas. O real se descolou de seus pares, que apresentaram desempenho tímido na comparação com a moeda americana, em pregão de formação da taxa Ptax e por movimentos de ajustes técnicos. No ano de 2025, o dólar acumulou desvalorização de 11,18%.

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