Ata do Fed é destaque na agenda internacional
Os índices futuros de Nova York andam de lado, enquanto as bolsas europeias adotam trajetória positiva nesta terça-feira. A bolsa de Seul encerrou o ano de 2025 com forte valorização de 76%, maior ganho anual desde 1999. Já a bolsa de Tóquio encerrou o ano com alta de 26%. O destaque da agenda internacional fica por conta da divulgação da ata referente à última reunião de política monetária do Federal Reserve. Há uma expectativa de que o banco central americano reforce a sinalização de pausa nas reduções de juros para a reunião de janeiro. Entre as commodities, o petróleo avança 0,5%, enquanto o minério de ferro fechou em queda de 0,44% em Dalian, na China.
Taxa de desemprego cai a 5,2% no trimestre encerrado em novembro
No cenário doméstico, a taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,2% no trimestre encerrado em novembro, segundo a Pnad Contínua, divulgada pelo IBGE. No trimestre móvel até outubro, a taxa estava em 5,4% e, no mesmo período de 2024, o número era de 6,1%. Também teremos dados do Caged de novembro, às 14h. Logo depois, às 14h30, o Tesouro divulga o Relatório Mensal da Dívida Pública. O mercado observa com atenção a possibilidade de acareação sobre o caso do Banco Master, com a presença de Daniel Vorcaro, dono do Master, Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, e Ailton de Aquino, diretor de Fiscalização do Banco Central. No último pregão de 2025, o Ibovespa deve encerrar com a maior alta em nove anos, com avanço de cerca de 30%.
Casas Bahia conclui mudança de estrutura de capital e reduz endividamento
No noticiário corporativo, o Grupo Casas Bahia informou na noite de ontem que concluiu seu Plano de Transformação da Estrutura de Capital, com a liquidação da 11ª emissão de debêntures, no valor total de R$ 2,4 bilhões. Assim, o grupo reduz seu endividamento em cerca de R$ 3 bilhões e deve economizar R$ 4,7 bilhões em despesas financeiras e amortização de principal entre 2026 e 2030. A Localiza aprovou a criação de ações preferenciais, um aumento de capital de R$ 2 bilhões e a distribuição de bonificação aos acionistas. A Azul informou à Justiça dos EUA que registrou em novembro receita líquida de R$ 1,8 bilhão e resultado operacional ajustado de R$ 392,1 milhões, com margem de 21,6%.
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