Ouro dispara e atinge nível de US$ 4.700 pela 1ª vez
Os índices futuros de Nova York, retornando de feriado, e as bolsas europeias operam em queda superior a 1%, com o mercado atento aos próximos movimentos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em sua estratégia de assumir o controle da Groenlândia. Hoje, a Suprema Corte americana pode julgar a legalidade das tarifas impostas por Trump. Entre as commodities, o ouro dispara mais uma vez, acima dos US$ 4.700 a onça-troy, patamar inédito. O petróleo sobe 0,4%, enquanto o minério de ferro fechou em queda de 1% em Dalian, na China. Diante de uma deterioração do quadro fiscal do Japão, os rendimentos dos títulos do país asiático aceleram, com o papel com vencimento de 10 anos atingindo o maior nível desde 1997. Após o fechamento do mercado, teremos o balanço do quarto trimestre de 2025 de Netflix.
Agenda doméstica esvaziada transfere atenções para exterior
No cenário doméstico, as atenções continuam voltadas para o noticiário internacional, com o mau humor externo podendo pressionar os ativos locais. A alta do petróleo pode trazer algum alívio. O real pode se beneficiar de um movimento de enfraquecimento do dólar. A agenda do dia está novamente esvaziada, sem nenhum indicador econômico relevante. O presidente Lula cumpre agenda no Rio Grande do Sul. O FGC atualizou para 600 mil o número de credores do Banco Master que já registraram pedido para ressarcimento de valores até R$ 250 mil.
BRB garante suficiência patrimonial e descarta risco de intervenção
No noticiário corporativo, em nota, o Banco de Brasília (BRB) reafirmou a garantia de que dispõe de suficiência patrimonial e contínua sólido e estável. A instituição financeira ainda assegurou que opera normalmente e que não enfrenta risco de intervenção. O banco também enfatizou que, se necessário, tem um plano para recomposição de capital. O setor aéreo pode ser impactado por proposta da Anac, que irá submeter, às 15h, a revisão da Resolução nº 400, que define os direitos dos passageiros, com o objetivo de reduzir o volume de processos judiciais. O conselho de administração do Banco do Brasil aprovou payout de 30% para o ano de 2026, por meio de JCP e/ou dividendos, dividida por oito fluxos ao longo do período.
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