Discurso de Trump em Davos fica no radar do mercado
Os índices futuros de Nova York operam no azul, enquanto as bolsas europeias adotam trajetória de queda nesta quarta-feira, mas com os mercados operando próximos da estabilidade, ainda cautelosos com as tensões geopolíticas, principalmente entre Estados Unidos e Groenlândia. Hoje, o presidente americano Donald Trump irá discursar no Fórum Econômico Mundial, em Davos. Agentes ainda acompanham o início do julgamento da diretora do Fed Lisa Cook na Suprema Corte americana. No Reino Unido, o índice de preços ao consumidor (CPI) acelerou para 3,4% em dezembro, em base anualizada, acima da previsão de 3,3%. Entre as commodities, o petróleo opera próximo da estabilidade. A Agência Internacional de Energia (AIE) alertou que a oferta do petróleo ainda deve superar a demanda neste ano. O minério de ferro fechou em queda de 0,32% em Dalian, na China.
Mercado doméstico pode repercutir nova pesquisa eleitoral
No cenário doméstico, o mercado pode repercutir nova pesquisa eleitoral da Atlas/Bloomberg. O levantamento mostrou que o presidente Lula segue à frente em todos os cenários de segundo turno, mas que sua rejeição ainda continua próxima a 50%. Por aqui, os ativos locais podem ser pressionados pela fraqueza das commodities e das bolsas internacionais. O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, se reunirá com o vice-presidente do TCU, Jorge Oliveira. Entre os indicadores econômicos, diante de uma agenda bastante esvaziada, o IGP-M avançou 0,44% na segunda prévia de janeiro, pós alta de 0,14% no mesmo período de dezembro, informou a FGV.
Azul terá aporte de US$ 100 milhões para sair do Chapter 11
No noticiário corporativo, a Azul informou que determinadores credores e stakeholders concordaram em realizar um aporte adicional de US$ 100 milhões para apoiar sua saída antecipada do Chapter 11, processo de recuperação judicial nos EUA. A companhia aérea também afirmou que realizará uma nova oferta pública para captar até US$ 950 milhões. O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Will Bank, instituição financeira que faz parte do conglomerado do Banco Master. O BRB destituiu Luana de Andrade Ribeiro como diretora executiva de Controles e Riscos. A Mastercard Brasil passou a deter 6,93% do capital social do BRB. O conselho de administração da Minerva aprovou a homologação do aumento de capital social no valor de R$ 44.593,40.
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