Em mais um dia de forte fluxo de entrada de recursos estrangeiros no País, o Ibovespa registrou forte alta de 1,79% na sessão desta terça-feira, aos 181.919,13. Na máxima do pregão, a Bolsa brasileira atingiu o patamar de 183.163,40 pontos. O principal índice da B3 foi impulsionado por seus nomes mais relevantes, com avanços de Petrobras PN (+2,18%), Vale ON (+2,20%), Itaú PN (+2,65%) e Bradesco PN (+2,63%). Por aqui, foi bem recebido pelo mercado a divulgação do IPCA-15 de janeiro, que mostrou aceleração de 0,20%, levemente abaixo das expectativas e mostrando sinais de melhora.
Em Wall Street, as bolsas americanas não definiram sinal único, com os índices Dow Jones no campo negativo e Nasdaq e S&P 500 no positivo, com estes dois últimos sendo impulsionados pelo setor de tecnologia, com o mercado à espera de balanços corporativos de “pesos-pesados” como Meta, Microsoft, Tesla e Apple. Apesar disso, o mercado segue cauteloso de olho nos próximos passos do Federal Reserve, inclusive sobre quem será o próximo presidente da instituição.
No mercado de câmbio, o dólar à vista encerrou em queda de 1,38%, cotado a R$ 5,2067, o menor nível de fechamento desde 28 de maio de 2024, quando fechou a R$ 5,1534. O real operou em sentido semelhante à maioria das divisas que se fortaleceram na comparação com a moeda americana. O dado de inflação mais fraco no Brasil também pode ter contribuído para uma visão positiva com relação ao País. Moedas europeias, como o euro e a libra, atingiram suas máximas ante o dólar desde 2021.

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