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Fechamento B.Side: Ibovespa renova recorde e dólar recua a R$ 5,17 após Suprema Corte dos EUA derrubar tarifaço de Trump

Fechamento B.Side: Ibovespa renova recorde e dólar recua a R$ 5,17 após Suprema Corte dos EUA derrubar tarifaço de Trump

Apoiado pelo bom humor nos mercados acionários de Nova York, o Ibovespa renovou recorde histórico de fechamento nesta sexta-feira ao registrar acréscimo de 1,06%, aos 190.534,42 pontos. A Bolsa brasileira foi impulsionada por seus principais nomes, com uma recuperação de Vale ON (+3,23%) e continuidade do forte movimento de alta do setor bancário, com avanços de Banco do Brasil ON (+2,00%), Bradesco PN (+2,02%), Itaú PN (+1,40%) e BTG Pactual units (+0,53%). As ações de Petrobras PN tiveram uma alta mais modesta, de 0,42%, refletindo o movimento do petróleo no pregão. A commodity, no entanto, teve valorização superior a 5% na semana por conta das tensões entre Estados Unidos e Irã. Também na semana, o Ibovespa acumulou acréscimo de 2,18%.

Em Wall Street, as bolsas americanas avançaram em bloco, repercutindo a notícia de que a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu, por 6 votos a 3, que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) não permite que o presidente Donald Trump crie tarifas por conta própria. O presidente da Corte, John Roberts, afirmou que Trump precisa de uma “autorização clara do Congresso” para justificar o tarifaço. Trump classificou a decisão como uma “vergonha”, mas disse que tem um “plano B”.

No mercado de câmbio, o dólar à vista fechou em queda de 0,98%, cotado a R$ 5,1759, em linha com o movimento global de queda da moeda americana após a Suprema Corte derrubar o tarifaço de Trump. O real, no entanto, foi a moeda que mais se valorizou na comparação com o dólar entre as divisas mais líquidas. O pregão de hoje também foi marcado pela rolagem parcial de swap cambial, com o Banco Central vendendo 35,1 mil contratos de 50 mil ofertados, além da rolagem parcial de um leilão de linha, com a autarquia negociando US$ 1 bilhão de US$ 2 bilhões ofertados. Na semana, o dólar acumulou queda de 1,03%.

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