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Fechamento B.Side: Ibovespa encosta nos 182 mil pontos e dólar recua a R$ 5,24 após Trump interromper ataques ao Irã

Fechamento B.Side: Ibovespa encosta nos 182 mil pontos e dólar recua a R$ 5,24 após Trump interromper ataques ao Irã

Em uma sessão marcada por otimismo global com o fim da guerra no Oriente Médio, o Ibovespa registrou forte alta de 3,24% nesta segunda-feira, aos 181.931,93 pontos. Os principais nomes da Bolsa brasileira subiram em bloco, com o setor bancário liderando os ganhos, com altas de BTG Pactual units (+4,72%), Bradesco PN (+3,66%), Banco do Brasil ON (+2,97%) e Itaú PN (+2,96%). Os papéis ligados a commodities também avançaram, casos de Vale ON (+2,57%) e de Petrobras PN (+0,79%), este último na contramão da forte queda do petróleo no mercado internacional. Na única baixa do dia na B3, as ações de Prio ON cederam 2,84%, em movimento de realização de lucro.

Em Wall Street, as bolsas americanas avançaram em bloco, reagindo positivamente depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que teve nos últimos dois dias conversas “muito boas e produtivas” com o Irã sobre “uma resolução completa e total de nossas hostilidades no Oriente Médio”. Sendo assim, Trump irá interromper os ataques na região por cinco dias. A notícia dá esperança de que o conflito se encaminhe para um fim e que reabra o Estreito de Ormuz, o que permitiu que os preços do petróleo recuassem com força, com o Brent e o WTI fechando com desvalorização de cerca de 10%, com o primeiro voltando a operar abaixo de US$ 100 o barril. O mercado acionário viu um avanço generalizado de diversos setores, com altas de JPMorgan (+1,18%), Morgan Stanley (+1,86%), Nvidia (+1,73%) e Apple (+1,41%).

No mercado de câmbio, o dólar à vista fechou em queda de 1,29%, cotado a R$ 5,2407, em linha com o movimento de maior apetite a risco em âmbito global diante de sinais de arrefecimento do conflito no Oriente Médio, com investidores em busca de ativos de mercados emergentes, entre eles o real. Operadores apontam para uma postura cautelosa do Banco Central e potenciais pressões para evitar aumentos no preço do diesel ainda no radar como fatores que fortalecem a divisa brasileira no curto prazo.

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