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Morning Call B.Side: ata do Copom reforça aumento da incerteza com guerra no Oriente Médio; petróleo sobe 2%

Morning Call B.Side: ata do Copom reforça aumento da incerteza com guerra no Oriente Médio; petróleo sobe 2%

Petróleo sobe 2% de olho nos desdobramentos no Oriente Médio

O mercado segue atento ao noticiário envolvendo a guerra no Oriente Médio nesta terça-feira, com dúvidas sobre negociações entre Estados Unidos e Irã. O governo de Teerã negou diálogo e intensificou ataques na região. Há também relatos de envio de tropas americanas para o Oriente Médio. A Oxford projeta que o Estreito de Ormuz fique intransitável até maio. O petróleo opera em alta de 2%, após queda de quase 10% na sessão anterior. Os índices futuros de Nova York e as bolsas europeias operam próximos da estabilidade. O Goldman Sachs elevou para 30% a possibilidade de recessão nos EUA nos próximos 12 meses, apontando para um choque de energia, com a disparada do petróleo e do gás. Na zona do euro, o PMI composto caiu de 51,9 em fevereiro para 50,5 em março, abaixo da expectativa de 51 e no menor nível em dez meses. No Reino Unido e na Alemanha, o mesmo indicador recuou para 51 e 51,9 em março, respectivamente, nos menores patamares em seis e três meses.

Ata do Copom reforça aumento da incerteza com guerra no Oriente Médio

No cenário doméstico, o mercado deve repercutir a ata referente à última decisão de política monetária do Banco Central. O Copom reforçou que novas informações relacionadas ao conflito no Oriente Médio podem ser incorporadas no processo de calibragem da taxa Selic. O comitê não deixou claro qual será o ritmo de corte de juros das próximas reuniões, justificado por um “forte aumento da incerteza”. A conclusão do Copom foi de que o ambiente atual exige restrição monetária maior e por mais tempo. Às 11h, teremos a divulgação da arrecadação federal de fevereiro. No âmbito político, o governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), anunciou a desistência da corrida presidencial. Sem horário informado, o Instituto Atlas Intel publica nova pesquisa eleitoral.

Movida reporta lucro 64,5% maior no 4T25

No noticiário corporativo, a Movida registrou lucro líquido de R$ 102,3 milhões no quarto trimestre de 2025, alta de 64,5% na comparação com o mesmo período de 2024. Além disso, a companhia projeta lucrar entre R$ 110 milhões e R$ 130 milhões no 1T26. A Even reportou lucro líquido de R$ 44,87 milhões no 4T25, avanço anual de 47,4%. O Agibank teve lucro líquido de R$ 214,9 milhões no 4T25. A Vibra Energia distribuirá R$ 393,537 milhões sob a forma de JCP, a R$ 0,32 por ação. Já a Rede D’Or pagará R$ 350 milhões em JCP, a R$ 0,159 por ação. O programa MCMV deve passar por novas atualizações, sendo a principal delas elevar a meta de contratações de 2 milhões para 3 milhões, com ajustes nas faixas de renda e nos tetos de preços de imóveis. A Multiplan finalizou a venda de 10% de sua participação no BH Shopping por R$ 285 milhões. A Moody’s colocou os ratings da Rumo em revisão para rebaixamento devido ao risco de contágio da controladora Cosan. O Grupo Porto está em negociações para investir R$ 1 bilhão na Oncoclínicas.

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