
Em novo recorde histórico de fechamento, o Ibovespa registrou avanço de 1,52% na sessão desta quinta-feira, aos 195.129,25 pontos. A Bolsa brasileira foi impulsionada, principalmente, pela valorização de 2,77% das ações de Petrobras PN, em linha com o avanço do petróleo no mercado internacional. O setor bancário também seguiu em ritmo positivo, porém mais tímido do que na véspera, com altas de Itaú PN (+1,71%), BTG Pactual units (+1,50%), Banco do Brasil ON (+0,94%) e Bradesco PN (+0,59%). Pelo lado negativo, os papéis de Vale ON cederam 1,05%, . Operadores apontaram para uma continuidade no ingresso de recursos para mercados emergentes.
Em Wall Street, as bolsas americanas avançaram de forma generalizada, com o humor do mercado melhorando ao longo da tarde após notícias de que Israel teria iniciado negociações com o Líbano, movimento que ajudou a reduzir a apreensão em torno de uma possível paralisação do acordo de cessar-fogo firmado entre Estados Unidos e Irã. Também contribuiu para a melhora do sentimento global a informação de que o presidente americano, Donald Trump, teria solicitado ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, a redução dos ataques ao Líbano. O petróleo WTI fechou em alta de 3,66%, a US$ 97,87 o barril, enquanto o Brent avançou 1,23%, a US$ 95,92 o barril.
No mercado de câmbio, o dólar à vista fechou em queda de 0,77%, cotado a R$ 5,0634, menor cotação desde 9 de abril de 2024, há exatos dois anos. O real despontou com um dos maiores ganhos do dia na comparação com a moeda americana, diante de relatos de forte ingresso de fluxo estrangeiro, especialmente na Bolsa brasileira.

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