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Morning Call B.Side: EUA e China chegam a acordo comercial preliminar; Haddad participa de audiência na Câmara

EUA e China chegam a acordo comercial preliminar

Os índices futuros de Nova York operam em leve queda, enquanto as bolsas europeias não definem sinal único nesta quarta-feira. O mercado digere o anúncio comercial preliminar entre Estados Unidos e China após dois dias de reunião em Londres. Ontem, as duas maiores economias do mundo chegaram a um consenso sobre uma “estrutura” para estender a trégua comercial anunciada em maio. O acordo ainda terá que ter a aprovação final de Donald Trump e Xi Jinping. Além disso, agentes aguardam a divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI) dos EUA referente ao mês de maio, com as expectativas apontando para avanço de 0,2%. Entre as commodities, o petróleo sobe 1,2%, enquanto o minério de ferro avançou 1% em Dalian, na China.

Haddad participa de audiência pública na Câmara

No cenário doméstico, diante de uma agenda esvaziada em termos de indicadores econômicos, o foco gira em torno de uma participação do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em audiência pública na Câmara dos Deputados, possivelmente explicando as medidas referentes ao aumento do IOF e apresentando alternativas à proposta aos parlamentares. Ontem, Haddad declarou em entrevista que o governo discutirá com o Congresso quais propostas de corte de gastos estruturais contam com o apoio dos parlamentares. Já o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, participa da abertura do 3º Simpósio da Liberdade Econômica. O bom desempenho das commodities pode beneficiar os ativos locais.

Eletrobras estima impacto de R$ 3,4 bi por decisão da Aneel

No noticiário corporativo, a Eletrobras estima um impacto negativo de aproximadamente R$ 3,4 bilhões no seu Ebitda só segundo trimestre de 2025 após decisão da Aneel de reduzir os valores que os consumidores de energia elétrica devem pagar a título de custo com a Rede Básica do Sistema Existente (RBSE). Ontem, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou que a companhia quer aumentar o seu poder de gestão na Braskem, mas sem estatizá-la. A Motiva, ex-CCR, registrou uma queda de 10,1% no tráfego total de veículos nas concessões rodoviárias que administra em maio de 2025 na comparação com o mesmo mês do ano anterior. A Minerva informou que não irá reavaliar a aquisição dos ativos da Marfrig Global. As associações Abrainc, Aelo, CBIC, Secovi-SP e Siduscon-SP assinaram uma nota técnica em conjunto contra a proposta do governo em taxar as LCIs.

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