
Bolsas globais não definem sinal único nesta terça-feira
Os índices futuros de Nova York e as bolsas europeiasnão definem sinal único na sessão desta terça-feira. Os mercados ainda repercutem o acordo comercial entre EUA e Índia, além de um cenário geopolítico mais ameno, após o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, pedir “negociações justas e equitativas” com Washington. Diante de novo shutdown do governo americano, a divulgação do relatório Jolts foi adiada, assim como a postergação do payroll, informada ontem. O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou um projeto para criar uma reserva americana de mineirais críticos de US$ 12 bilhões, a fim de minimizar a dependência de terras raras da China. Trump ainda se encontrará hoje com o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, às 13h, na Casa Branca. Entre as commodities, o petróleo opera próximo da estabilidade, enquanto o minério de ferro fechou em queda de 1,14% em Dalian, na China.
Copom reafirma que cortará Selic em março, mas não crava magnitude
No cenário doméstico, o destaque da agenda fica por conta da divulgação da ata do Copom referente à última decisão de política monetária, com o Banco Central voltando a afirmar que o início do ciclo de corte de juros acontecerá na reunião de março. A autoridade, no entanto, não crava qual será a magnitude do primeiro corte, afirmando seu compromisso em manter a “restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta”. Além disso, teremos a produção industrial referente ao mês de dezembro. Os investidores estrangeiros encerraram o mês de janeiro com saldo positivo de R$ 26,314 bilhões na B3, número maior do que foiaportado pelos estrangeiros durante todo o ano de 2025, com ingresso de R$ 25,473 bilhões. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, concede entrevista à BandNews. O presidente Lula encaminhou ao Congresso o texto do Acordo Provisório de Comércio entre o Mercosul e a União Europeia. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o plenário da Casa vai apreciar o acordo na semana após o Carnaval.
Fitch rebaixa CSN a BB-, com observação negativa
No noticiário corporativo, a Fitch rebaixou o rating de CSN de “BB” para “BB-“, com perspectiva negativa, alertando para a alavancagem elevada e persistente, fluxo de caixa negativo recorrente e alto risco de refinanciamento no nível da holding. O Banco de Brasília (BRB) cancelou as Assembleias Gerais Extraordinárias (AGEs) convocadas para os dias 5 e 19 de fevereiro. O conselho de administração dá Rumo Malha Central aprovou a 1ª emissão de debêntures simples, em até duas séries, no valor de R$ 1,5 bilhão. As subsidiárias da Equatorial no Pará, em Goiás e no Piauí farão a 11ª, a 12ª e a 6ª emissão de debêntures simples, respectivamente, nos valores de R$ 800 milhões, R$ 1,6 bilhão e R$ 600 milhões. A Fleury aprovou um programa de recompra de até 2,3 milhões de ações ordinárias. Embraer firmou acordo de longo prazo com a Virgin Australia para equipar a frota de E2 da companhia com o sistema AHEAD. A CPFL Energia aprovou a incorporação da CPFL Geração pela CPLF Comercialização Brasil, como parte da reorganização societária do grupo.
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