
Em linha com o bom humor nos mercados acionários de Nova York, o Ibovespa registrou avanço de 1,80% na sessão desta segunda-feira, aos 186.241,15 pontos, renovando o recorde histórico de fechamento. A Bolsa brasileira voltou a ser impulsionada por seus principais nomes, entre eles Petrobras PN (+1,83%), Vale ON (+1,96%), Itaú PN (+3,34%), Banco do Brasil ON (+2,01%) e Bradesco PN (+1,46%). Pelo lado negativo, as units de BTG Pactual cederam 0,12%, em movimento de realização de lucros, mesmo depois de o banco reportar um balanço do quarto trimestre de 2025 considerado positivo.
Em Wall Street, as bolsas americanas avançaram em bloco, com o índice Dow Jones renovando recorde histórico de fechamento, mesmo com desempenho tímido. Os índices S&P 500 e Nasdaq tiveram resultados mais fortes por conta da alta das ações de tecnologia, que voltaram a se destacar antes da divulgação de dados econômicos relevantes, como o payroll e o CPI dos Estados Unidos. Assim, os papéis de Nvidia ganharam 2,50%, de Broadcom subiram 3,27% e de Oracle aceleraram 9,65%.
No mercado de câmbio, o dólar à vista fechou em queda de 0,62%, cotado a R$ 5,1882, o menor patamar desde 28 de maio de 2024, quando encerrou em R$ 5,15. A moeda americana foi enfraquecida pela notícia de que a China solicitou a bancos do país que limitem as compras de Treasuries, títulos públicos americanos, além de pedir que instituições com exposições elevadas reduzam suas posições.

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