
Bolsas globais recuam com temores de guerra entre EUA e Irã
Os índices futuros de Nova York e as bolsas europeias adotam trajetória negativa na sessão desta quinta-feira, diante da escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã. Segundo notícias, tropas americanas devem estar em posição próximo ao território iraniano até meados de março. A agenda dos EUA reúne dados da balança comercial e pedidos semanais de seguro-desemprego, além de discursos de dirigentes do Federal Reserve. Ontem, a vice-presidente de supervisão do Fed, Michelle Bowman, disse que continua preocupada com o mercado de trabalho americano. Balanços corporativos de Airbus, Rio Tinto, AirFrance-KLM e Renault movimentam mercados europeus. Entre as commodities, o petróleo avança mais de 1%, enquanto o minério de ferro recuava cerca de 0,3% em Cingapura.
IBC-Br encerra 2025 com valorização de 2,45%
No cenário doméstico, o IBC-Br, considerado como uma prévia do PIB, registrou queda de 0,2% em dezembro na comparação com novembro, informou o Banco Central. Apesar do recuo, o dado veio melhor do que as expectativas de baixa de 0,40%. Assim, o índice de atividade fechou o ano de 2025 com valorização de 2,45%. O resultado pode afetar os juros futuros de curto prazo, já que uma atividade mais resiliente pode fazer com que o Banco Central adote uma postura mais conservadora. O tom defensivo das bolsas internacionais pode afetar os ativos locais, contudo a alta do petróleo pode dar algum impulso.
Axia propõe migração para Novo Mercado da B3
No noticiário corporativo, a Axia Energia, ex-Eletrobras, propôs a migração para o Novo Mercado da B3, com assembleia marcada para o dia 1º de abril. A companhia sugeriu a conversão das ações PNA e PNB para ON na proporção de 1 para 1. A Azul concluiu sua oferta pública primária de ações, no valor de R$ 4,987 bilhões, e homologou aumento de capital.
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