
Em mais uma sessão de aversão a risco global nos mercados acionários, o Ibovespa registrou baixa de 0,61% nesta sexta-feira, aos 179.364,82 pontos. A Bolsa brasileira só não teve desempenho pior porque as ações de Petrobras ON e PN aceleraram 3,49% e 4,12%, respectivamente, impulsionadas pelo forte avanço do petróleo e pela divulgação do balanço do quarto trimestre de 2025. Por outro lado, nomes importantes da B3 voltaram a recuar, casos de Vale ON (-2,99%), Itaú PN (-1,33%) e Bradesco PN (-1,41%). Na semana, o Ibovespa acumulou desvalorização de 4,99%.
Em Wall Street, as bolsas americanas recuaram em bloco, com os olhos do mercado voltados para a forte valorização do petróleo no mercado internacional. O barril do tipo WTI ultrapassou a marca de US$ 90 e encerrou a semana com uma alta de 35%, a maior desde o início da negociação de contratos futuros de petróleo em 1983. Hoje, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou, em uma publicação no Truth Social, que não haverá acordo para encerrar a guerra entre EUA e Irã sem uma “rendição incondicional” do país do Oriente Médio.
No mercado de câmbio, o dólar à vista registrou queda de 0,82%, cotado a R$ 5,2438, com a moeda americana perdendo força globalmente após a divulgação do payroll, o relatório de empregos dos Estados Unidos, que reportou o fechamento de 92 mil vagas em fevereiro, contrariando as expectativas de criação de 50 mil postos de trabalho. Na semana, o dólar acumulou valorização de 2,13%.

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