Confira os principais destaques da abertura do mercado desta quinta-feira:
Bolsas internacionais
Os índices futuros americanos recuam nesta quinta de manhã, com os investidores absorvendo as sinalizações presentes nas minutas do Federal Reserve, além da queda acentuada do preço do Bitcoin. Ações associadas a criptomoedas, como Tesla, Coinbase e MicroStrategy, puxaram a queda do mercado.
As bolsas asiáticas fecharam com resultados variados entre si na quinta-feira. O Kospi, da Coreia do Sul, recuou 0,34%, enquanto o Índice Hang Seng recuou 0,5%. O Nikkei, do Japão, subiu 0,19%; e o índice Shanghai, da China, recuou 0,11%.
As bolsas europeias têm altas nesta quinta, apesar da preocupação com quedas abruptas na Bitcoin e com a sinalização pelo Fed de que pode reduzir sua compra de ativos antes do esperado. O índice Eurostoxx, que reúne as ações de 600 empresas de todos os principais setores de 17 países europeus, sobe 0,17%.
Eduardo Pazuello falou ontem na CPI do Covid
Ontem, o ex-ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, falou à CPI da Covid no Senado. Nas sete horas de sessão, Pazuello afirmou que Bolsonaro não lhe mandou cancelar o contrato para a compra da Coronavac, vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac, produzida no Brasil pelo parceiro Instituto Butantan. Pazuello também negou que tenha sofrido pressão para recomendar o chamado “tratamento precoce” (medicamentos sem eficácia cientificamente comprovada promovidos pelo governo para suposto tratamento da Covid).
Ricardo Salles é alvo de operação deflagrada pela Polícia Federal
A Polícia Federal deflagrou ontem a operação Akuanduba para apurar suspeita de crimes de corrupção e facilitação de contrabando de madeira de origem ilegal praticados por agentes públicos e empresários do setor madeireiro na exportação de madeira, tendo como um dos alvos o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.
Câmara dos deputados texto da MP que permite privatização da Eletrobras
No meio corporativo, a Câmara dos Deputados aprovou na noite de quarta-feira o texto da medida provisória que permite a privatização da Eletrobras. A proposta autoriza o governo a diluir sua participação na estatal, hoje em torno de 60% para 45%. O texto agora passa à análise do Senado, onde tem de ser aprovado até o dia 22 de junho para que não perca a validade.
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