Posicionado no lugar certo e na hora certa! Como o fundo Quantitas Galápagos ganhou quase 7% no pico da pandemia

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Enquanto praticamente todos os fundos de investimento da indústria desabavam no primeiro trimestre de 2020, o fundo multimercado Quantitas Galápagos, disponível na plataforma do BTG Pactual, gerava um retorno de 6,99% aos seus cotistas em março do ano passado. O ponto ainda mais importante é que a casa seguiu ganhando com diferentes estratégias e encerrou o ano com valorização de 18,37%, um número 663,71% maior do que o CDI no mesmo período.

Diante de um retorno tão expressivo no momento da eclosão da pandemia de covid-19 ao redor do mundo, você pode estar se perguntando como isso foi possível. Mas a resposta é simples. O fundo até contou com uma dose de sorte, mas estava confiante de que teria um ganho relevante por sua estratégia comprada em inflação implícita longa e em inclinação na curva DI para 2021 e 2022. Só não sabia quando.

“Não adivinhamos a crise, mas achávamos que eram posições boas. O prêmio de risco na curva de juros de longo prazo do Brasil era muito baixo depois de um cenário que estava um pouco exagerado, na nossa visão”, explica Rogério Braga, sócio e responsável pela gestão de renda fixa e multimercados da Quantitas, asset com cerca de R$ 2,1 bilhões sob gestão, em entrevista ao B.Side Insights.

Apesar do excelente retorno em 2020, Braga segue com os pés no chão e sabe que suas estratégias super vencedoras foram um ponto fora da curva. Segundo ele, o fundo não tem a meta de entregar retornos tão grandes quanto do ano passado nos próximos anos. “Não é compatível esse retorno esperado de dois dígitos para a volatilidade que o fundo tem no longo prazo.”

Mudança de estratégia em meados de 2019

Até o meio de 2019, o fundo multimercado Quantitas Galápagos operava somente inclinações na curva de juros de DI futuro, com uma volatilidade ao redor de 2%, em uma única estratégia. Mas, mesmo batendo o benchmark, o fundo entregava retornos com um diferencial muito baixo em relação ao CDI, que desabou nos últimos anos junto com a taxa Selic, o tornando menos almejado.

Foi aí então que a Quantitas resolveu mudar o objetivo de volatilidade do multimercado de 2% para 5,5% e uma meta de de retorno de CDI + 4% ao ano. Além disso, a gestora fez com que o fundo se tornasse um hedge fund completo focado apenas em juros e inflação, sem câmbio e Bolsa.

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