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Conhecida entre os single e multi family offices, RPS Capital abre leque para captação em plataformas de investimento

Conhecida entre os single e multi family offices, RPS Capital abre leque para captação em plataformas de investimento
Paolo Di Sora, CIO da RPS Capital

Bastante conhecida entre single e multi family offices, a RPS Capital, asset com aproximadamente R$ 3 bilhões sob gestão, agora também está disponível nas plataformas de investimento, entre elas o BTG Pactual digital, a fim de também ganhar espaço entre os investidores pessoa física.

Há oito anos no mercado, a RPS é uma casa pautada em fundos multimercado com foco em ações, long bias, long only e macro global, tendo o fundo RPS Total Return como seu carro-chefe, entregando um retorno desde 2013 de 215,8% ante 95,5% do CDI, o que equivale a um resultado de 15,5% ao ano ou CDI + 6,7% ao ano.

O RPS Total Return, inclusive, pode ser comparado com um hedge fund dos Estados Unidos, que pode operar todas as classes de ativos, mas tem uma maior concentração em ações. Na contramão da maioria dos players de renda variável, o fundo tem uma abordagem top down, isto é, levando primeiro em consideração fatores macroeconômicos para só depois avaliar os temas microeconômicos, trazendo descorrelação para o portfólio dos clientes.

A RPS Capital conta com uma equipe de 28 pessoas, sendo 17 dedicadas exclusivamente aos investimentos e 11 profissionais distribuídos entre as áreas de risco, controles, compliance e relacionamento com investidores. Entre seus principais nomes estão Paolo Di Sora, CIO de equities e há 8 anos na RPS, e Daniel Vaz, CIO de macro global e com 10 anos de experiência na O3 Capital.

Este último, inclusive, chegou para reforçar a RPS no ano passado. Após um primeiro trimestre de 2020 desafiador por conta da pandemia da covid-19, o mercado de ações ficou disfuncional até para proteção de carteira. Foi então que a RPS identificou a necessidade de adicionar outros instrumentos para hedge ou até mesmo para se posicionar, como ouro, moedas, juros, entre outras classes de ativos. Foi então que Daniel Vaz foi convidado para assumir o time de macro global da gestora.

Com a robustez do time de análise micro e macro, e um importante time de apoio à equipe de investimentos, a RPS se configura como uma gestora de porte grande em capital humano e estrutura leve em termos de patrimônio, trazendo mais agilidade nas tomadas de decisões institucionais e da gestão de ativos. Outro ponto de atenção, o turnover da gestora é próximo de zero desde sua fundação em 2013.

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