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Fechamento B.Side: dólar recua a R$ 5,56 e atinge menor patamar desde outubro de 2024

Em mais um pregão de apetite a risco reduzido para os ativos de risco locais e na contramão dos mercados acionários de Nova York, o Ibovespa registrou leve queda de 0,10% na sessão desta sexta-feira, aos 136.102,10 pontos. Sem novidades no noticiário, o que se viu foi um fluxo dos mercados emergentes para as bolsas americanas. A Bolsa brasileira só não teve desempenho inferior porque três de seus principais nomes encerraram no campo positivo: Petrobras PN (+0,92%), Vale ON (+0,13%) e Itaú PN (+0,25%). Em seu último dia de negociação na B3, os papéis de JBS ON avançaram 1,93%. Na semana, o Ibovespa acumulou baixa de 0,67%.

Em Wall Street, as bolsas americanas subiram em bloco, com o índice S&P 500 ultrapassando a marca dos 6 mil pontos, nível não visto desde fevereiro de 2025. O mercado reagiu positivamente aos dados do payroll dos EUA, que registrou criação de 139 mil empregos em maio, acima da projeção de adição de 125 mil postos de trabalho. A taxa de desemprego permaneceu em 4,2% em maio, em linha com as estimativas. Sendo assim, a leitura de agentes é de que a chance de uma recessão nos EUA está praticamente descartada.

No mercado de câmbio, o dólar à vista fechou em baixa de 0,26%, cotado a R$ 5,5698, no menor patamar desde 8 de outubro de 2024. Sem uma justificativa clara, o real operou na contramão das divisas internacionais que perderam terreno na comparação com a moeda americana. O dólar se valorizou globalmente após a divulgação do payroll de maio dos EUA.

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