Alívio nos dados de inflação americana (CPI e PPI) fortaleceu a expectativa de cortes de juros pelo Fed, derrubando o dólar globalmente e os yields dos Treasuries. Ainda assim, tensões no Oriente Médio e incertezas sobre tarifas com a China mantêm os mercados cautelosos. Bolsas de NY fecharam em leve alta e o ouro avançou.
A alta das ações da Petrobras, impulsionada pela sinalização de dividendos extraordinários, segurou o Ibovespa (+0,49%), que acumula +14,56% no ano. No câmbio, o real perdeu força (R$ 5,54, +0,09%) com o aumento da percepção de risco fiscal, em meio ao impasse sobre o decreto do IOF. No Congresso, cresce a pressão por cortes de gastos no lugar de elevação de tributos.
Petrobras (+2,76% ON), Embraer (+4,29%) e Marcopolo (+2,84%) puxaram ganhos, enquanto MRV (-4,68%) e BRF (-3,14%) caíram. A curva de juros manteve viés de alta na ponta longa, refletindo incertezas fiscais. O mercado segue dividido sobre a decisão do Copom na próxima semana, com apostas majoritárias por manutenção da Selic.

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