Na contramão dos mercados acionários de Nova York, o Ibovespa registrou desvalorização de 0,45% na sessão desta sexta-feira, aos 135.913,25 pontos. A Bolsa brasileira foi pressionada, principalmente, pelas ações de Petrobras ON e PN, que tombaram 7,95% e 6,15%, respectivamente, mesmo após a companhia reportar lucro líquido de US$ 4,734 bilhões no segundo trimestre de 2025, revertendo prejuízo de US$ 344 milhões reportado no mesmo período do ano anterior. O que pesou, no entanto, foi a divulgação de dividendos menores do que o esperado pelo mercado. Na semana, o Ibovespa acumulou alta de 2,62%.
Em Wa Street, as bolsas americanas avançaram em bloco, com o índice Nasdaq renovando recorde histórico de fechamento, com maior destaque para as ações de Apple que subiram 13% nesta semana após anunciar planos de investir cerca de US$ 600 bilhões ao longo de quatro anos nos EUA. Somado a isso, o presidente americano Donald Trump anunciou a intenção de impor uma tarifa de 100%
sobre semicondutores e chips importados, isentando empresas que estão “construindo nos EUA”.
No mercado de câmbio, o dólar à vista subiu 0,25%, cotado a R$ 5,4361, quebrando a sequência de cinco quedas consecutivas. Em um dia de agenda esvaziada em termos de indicadores econômicos, o noticiário político seguiu no foco de agentes, mas também sem nada concreto, apenas com rumores sobre a disputa eleitoral de 2026. Na semana, o dólar encerrou com baixa de 1,97%.

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