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Morning Call B.Side: petróleo dispara 7% com escalada de conflito no Oriente Médio; PIB do Brasil cresce 2,3% em 2025

Morning Call B.Side: petróleo dispara 7% com escalada de conflito no Oriente Médio; PIB do Brasil cresce 2,3% em 2025

Petróleo dispara 7% com escalada de conflito no Oriente Médio

O petróleo segue no foco dos mercados, desta vez acelerando mais de 7% na sessão desta terça-feira, após o fechamento do Estreito de Ormuz, que concentra cerca de 20% do fluxo global da commodity. Agentes trabalham com a possibilidade de uma guerra prolongada no Oriente Médio. Hoje, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se reúne com o chanceler da Alemanha, Friedrich Merz. Trump declarou ontem que a ofensiva contra o Irã pode durar entre quatro e cinco semanas e que “a maior onda de ataques ainda está por vir”. Os índices futuros de Nova York e as bolsas europeias operam em forte queda. O minério de ferro fechou em alta de 0,67% em Dalian, na China. Na zona do euro, o índice de preços ao consumidor (CPI) acelerou para 1,9% em fevereiro, ante 1,7% em janeiro. Dirigentes do Federal Reserve discutam ao longo do dia.

PIB do Brasil cresce 2,3% em 2025

No cenário doméstico, o mau humor externo pode contaminar os ativos locais, especialmente os juros futuros e o dólar. Ontem, a forte valorização de 4% das ações de Petrobras permitiu que o Ibovespa encerasse o dia no campo positivo. Hoje, os papéis da estatal sobem 1,8% no pré-mercado de Nova York, o que pode amenizar um possível movimento de forte aversão a risco para a Bolsa brasileira. Entre os indicadores econômicos, o destaque fica por conta do PIB, que registrou crescimento de 0,1% no quarto trimestre do ano passado. Com o resultado, o indicador de atividade fechou 2025 com alta de 2,3%. A agenda ainda reúne a criação de vagas formais em janeiro pelo Caged, às 11h. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, subiu 0,25% em fevereiro, acima das expectativas de 0,18%.

Azul e GPA têm mudanças de classificação de rating

No noticiário corporativo, a S&P Global elevou o rating na escala nacional da Azul de “D” para “brBBB-“, após a conclusão do processo de Chapter 11, equivalente a recuperação judicial nos EUA, com perspectiva estável. A Fitch rebaixou o rating corporativo de GPA em escala nacional de “A” para “CCC”, com observação negativa, alertando para o nível de endividamento da companhia. a Stone teve lucro líquido ajustado de R$ 707 milhões no quarto trimestre de 2025, o que representa uma alta de 12% no mesmo período do ano anterior. Após o fechamento do mercado, RD Saúde e Auren reportam seus balanços trimestrais. O presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, insistiu na necessidade de um socorro do governo do Distrito Federal para cobrir o rombo causado pelo Banco Master. A Câmara dos Deputados aprovou ontem o PL que permite vender medicamentos nos supermercados, apenas faltando a sanção presidencial.

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