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Fechamento da Semana

Resumo semanal B.Side: Ibovespa sobe 2,52% e registra sétima alta consecutiva; dólar avança 0,73% e encerra sequência de quedas

Resumo semanal B.Side: Ibovespa sobe 2,52% e registra sétima alta consecutiva; dólar avança 0,73% e encerra sequência de quedas

Resumo da semana (14/12 – 18/12)

Dólar: +0,73 (R$ 5,0829)
Ibovespa: +2,52% (118.023 pontos)
Dow Jones: + (30.187 pontos)
S&P 500: + (3.709,79 pontos)
Nasdaq: + (12.755 pontos)

Pela sétima vez consecutiva, o Ibovespa registrou alta semanal, com valorização de 2,52%, aos 118.023 pontos. Esta foi a última semana “cheia” do ano antes dos feriados. O índice zerou as perdas do ano, ultrapassando a marca dos 115.645 pontos, a pontuação de fechamento de 2019. Já o dólar encerrou a semana com avanço de 0,73%, encerrando uma sequência de quatro semanal de queda ante o real.

No cenário doméstico, a Câmara e o Senado votaram a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2021, dando o primeiro passo para a definição do Orçamento de 2021. Já o Comitê de Política Monetária (Copom) divulgou sua ata indicando que pode voltar a subir a taxa Selic no futuro, além de admitir que o fim do forward guidance está próximo.

No exterior, a expectativa por programas de vacinação pelo mundo impulsionou os mercados. Houve o início da imunização da população americana com a vacina da Pfizer e da BioNTech contra a covid-19. Possíveis lançamento de vacina na Europa também reforçaram as apostas para uma recuperação econômica global.

Ainda nos Estados Unidos, investidores acompanharam o avanço das negociações por um novo pacote de estímulos fiscais para a economia americana, à espera de que haja uma definição antes do encerramento do ano. Por outro lado, um acordo comercial pós-Brexit entre Reino Unido e União Europeia ficou cada vez mais distante com discordância entre as partes envolvidas.

O Federal Reserve (Fed, o banco central americano) manteve inalterada a taxa de juros na faixa entre 0% e 0,25% e prometeu seguir dando estímulos monetários para a economia americana superar a recessão, mesmo com perspectivas melhores para o ano que vem.

Entre os dados econômicos, o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), considerado uma “prévia” do PIB, subiu 0,86% em outubro em relação ao mês anterior, de acordo com dados do Banco Central (BC). Foi o 6º avanço mensal seguido. Já o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) desacelerou na segunda prévia de dezembro, segundo a Fundação Getúlio Vargas, e a taxa em 12 meses passou de 24,25% para 23,41%.

O Banco Central (BC) revisou sua estimativa e passou a estimar uma retração de 4,4% no Produto Interno Bruto (PIB), em relação à previsão anterior de queda de 5%. Para 2021, a autarquia diminuiu a expectativa de crescimento da economia brasileira de 3,9% para 3,8%.

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