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Recém-lançada por Rubens Henriques, ex-CEO da Itaú Asset, a gestora independente Clave Capital já levanta uma tremenda expectativa do mercado para 2021. O carro-chefe da asset, inclusive, deverá ser disponibilizado na plataforma do BTG Pactual digital no início de maio.

Na visão de Henriques, um fundo multimercado de Bolsa (ou um retorno absoluto de renda variável) é um modelo que faz sucesso no exterior e que considera como um produto do futuro. Gestoras como Dahlia Capital e Truxt Investimentos possuem produtos semelhantes.

“O melhor jeito de se capturar prêmio de risco em Bolsa no Brasil é ter esse mandato”, opina o CEO da Clave em apresentação ao B.Side Insights, afirmando que o mercado acionário é bom até o investidor tomar uma “porrada” de elevador. “Ter um mandato que você carrega risco em Bolsa, mas se protege, tem um valor muito grande.”

Time da Clave Capital

Um dos principais critérios para um investidor alocar capital em um fundo de investimentos está ligado à qualidade e à experiência da equipe de gestão. E isso a Clave tem de sobra.

A gestora já nasce com mais de 30 profissionais distribuídos entre São Paulo e Rio de Janeiro e tem como alguns de seus principais nomes André Caldas, ex-gestor do Itaú Hedge Plus por 8 anos e com mais de 20 anos de experiência, como CIO de renda variável, Rodrigo Carvalho, co-responsável pela estratégia macro da Vintage por 7 anos e há quase 30 anos no mercado, como CIO de macro, e Moacir Fernandes, sócio da Murano Investimentos por 8 anos, como CIO de estratégias sistemáticas.

“Conseguimos montar uma equipe que combina pessoas que têm uma experiência de fazer stock picking de longuíssimo prazo, gestão de long & short e um time macro para procurar hedges em outros mercados”, afirma Henriques. “Essa junção cria um produto de altíssima demanda no mercado e que pouquíssima gente sabe gerir.”

Características do total return da Clave

O multimercado total return da Clave Capital combina uma profunda análise fundamentalista, com gestão flexível, e a utilização de outros instrumentos para proteção, incluindo renda fixa, moedas e commodities por meio de posições direcionais e/ou relativas.

O fundo tem como mandato ficar comprado entre 10% e 70% em Bolsa, tendo como ponto médio algo em torno de 40%, e seu grande foco é acertar no stock picking em um processo no qual os gestores também são analistas, utilizando o método bottom up (leva em conta primeiro os fatores microeconômicos, em análises minuciosas de empresas).

Henriques destaca que a análise setorial ainda é bastante relevante, mas por outro lado um analista moderno necessita ter uma visão multidisciplinar e ser um bom investidor ao invés de um super especialista. “A Bolsa está mudando, há uma quantidade imensa de IPOs de empresas que são disruptivas e que tem um modelo de negócio diferente”, afirma. 

A carteira comprada (que aposta na alta das ações), com 15 a 25 papéis, do total return também irá compor os fundos long only. A diferença é que o long only institucional só terá ações de Brasil, enquanto a outra versão terá papéis domésticos e do exterior, ficando disponível apenas para investidores qualificados.

O aporte mínimo do fundo é de R$ 5 mil, com resgate em 31 dias.

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