Fechamento B.Side: Ibovespa retoma os 110 mil pontos com sinalização positiva sobre precatórios; dólar recua a R$ 5,28

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Em ritmo de recuperação, após a forte queda vista ontem globalmente por temores relacionados à crise da incorporadora chinesa Evergrande, o Ibovespa registrou alta de 1,29%, aos 110.249,73 pontos. Contribuiu para o bom humor doméstico a fala dos presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), em conjunto com o ministro da Economia, Paulo Guedes, declarando que vão buscar uma solução para o pagamento dos precatórios que respeite o teto de gastos.

Em Wall Street, as bolsas americanas não definiram sinal único. Após disparar no início do dia, os índices foram perdendo o fôlego e devolveram boa parte dos ganhos, com Dow Jones e S&P 500, inclusive, encerrando no vermelho. Investidores seguiram em compasso de espera antes da decisão de política monetária do Federal Reserve, o banco central americano, que será divulgada amanhã.

No mercado de câmbio, o dólar à vista recuou 0,84%, cotado a R$ 5,2863, também repercutindo a sinalização de Lira, Pacheco e Guedes, além da tranquilidade no exterior.

Destaques da Bolsa

Na maior alta do dia da B3, as ações de Meliuz ON dispararam 13,60%, se recuperando de três quedas consecutivas, quando perdeu 14,10%.

Já os papéis de Via ON aceleraram 11,28%, após a empresa informar que atingiu 100 mil vendedores em seu marketplace no ano, superando a estimativa inicial de 90 mil em 2021.

A sessão também marcou a recuperação de diversas blue chips. Vale ON ganhou 0,97%, Petrobras PN subiu 2,27%, Bradesco PN avançou 1,45% e Ambev ON registrou alta de 0,32%.

Pelo lado negativo, algumas siderúrgicas tiveram mais um dia de perdas, mesmo com o minério de ferro dando uma trégua no movimento de baixa. Gerdau PN recuou 0,90% e CSN ON teve decréscimo de 0,38%.

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